O verde é uma cor secundária, formada pela mistura entre as cores primárias azul e amarelo. Ele é atribuído à esperança, à fertilidade e à burguesia. Possui muitas variações de tonalidades, sendo basicamente fria, mas podendo mudar de temperatura com muita facilidade, dependendo da proporção entre a quantidade de amarelo e azul na mistura.

 

1 – o verde é a segunda cor mais escolhida pelas pessoas, mas ele passa a ser mais apreciado conforme a idade, principalmente pelos homens.

 

2 – existe 100 tons de verde já catalogados.

 

3 – o verde acalma e transmite segurança.

 

4 – cor que equilibra as características do temperamento colérico, trazendo mais tranquilidade e equilíbrio à pessoa que possui esse temperamento.

 

5 – o verde simboliza o natural, a natureza, lembrando aqui do livro “O menino do dedo verde”, termo cunhado para as pessoas que tem habilidades com jardinagem.

 

6 – é a cor da primavera e da esperança, sendo que a própria primavera tem a conotação de renovação. Na primavera, as plantas voltam a ficar verdes, lembrando que o período de escassez passou, e por isso a associação do verde à esperança.

 

7 – para os antigos egípcios, o verde era uma cor masculina e cor com a qual era pintada a pele do deus da vida e da morte, Osíris.

 

8 – entre os nomes que possuem referência à cor verde, podemos encontrar: Sílvia (referente à selva); Linda, Ivone e Yves (nomes de árvores); Olívia (lembrando as oliveiras); Lorenzo, Laura, Lars e Daphne (que vem de “loureiro”); Chloé (nome francês que faz referência à um verde-claro como cloro) e Vítor (que é uma variação da palavra alemã “witu”, que significa “a floresta”).

 

9 – na igreja católica, o verde é uma das cores litúrgicas. Sendo simples e elementar, ela é atribuída aos dias comuns, nos quais não se comemora e nem se celebra nada em particular.

 

10 – era a cor favorita de Maomé (570-632), por ser a cor reinante no Paraíso.

 

Referência Bibliográfica

A Psicologia das Cores – de Eva Heller.
Visagismo Integrado: identidade, estilo e beleza – de Philip Hallawell.

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